(Source: eles-dizem)
Nesta idade, tudo muda. Dia após dia, você vive. E lembra das coisas que aconteceram a um ano atrás, das coisas que realizou ou deixou de realizar, por insegurança ou medo. Pessoas que você achou que iriam estar com você pra sempre, agora se foram para não mais voltar e pessoas que você nunca havia imaginado se quer falar, agora fazem parte da sua lista restrita de amigos fiéis. A vida não faz sentindo, e quanto mais você cresce, menos sentindo ela vai parecer ter. Então faça o que você quiser agora, porque em um futuro próximo todas as coisas se tornaram apenas memórias.
E depois ela chora, se lamenta, fica deprê no sábado a noite comendo pipoca sozinha quando as baladas já não a satisfazem mais. Não que há algo de errado em sair, beber, dançar, fazer aquela sessão descarrego tão necessária, mas esse tipo de programa só alimenta uma parte muito superficial do seu ser. Quando o som acaba, quando as luzes se apagam, quando o álcool do seu corpo se estabiliza depois do hot-dog prensado, então o vazio fica desesperadamente maior – a solidão ecoa no peito, obrigando a moça a sair de novo para não ouvi-la. E assim começa-se um ciclo de ilusões e de buracos no peito.
Desconhecido.
E com o tempo me tornei uma pessoa mais seletiva, aquelas amizades fúteis que eu tinha já não me interessam mais, as músicas ruins não me completam e o amor, o amor só se for real. (Desconhecido)
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